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Sejam bem-vindos ao Portal Hush, Hush! Sua primeira fonte de informações da saga Hush, Hush da autora Becca Fitzpatrick, juntamente com notícias, fotos e vídeos dos livros e da primeira adaptação cinematográfica do primeiro livro Sussurro. Aqui você encontrará informações, noticias, fotos, vídeos e muito mais! Acesse também a nossa galeria de fotos. Navegue ao ladoa e divirta-se com todo o nosso conteúdo. Esperamos que goste e volte sempre!

Como Becca já nos contou em algumas entrevistas, Crescendo foi um livro que sofreu muitas modificações antes de ser publicado, e uma delas foi o 3º capítulo do livro. Confira a abaixo esse o capítulo original traduzido.

No terceiro capítulo original de Crescendo, o relacionamento de Patch e Nora era mais simples e as intenções de Patch eram mais claras. Além disso, a conversa entre eles revelou muito sobre Scott Parnell. Na versão não lançada há mais suspense em torno do personagem de Scott, bem como os motivos de Patch. Se você quer saber o que acontece com Nora, pegue um exemplar de Crescendo para descobrir!

 

Capítulo Três

Eu fui para a cozinha, acendi a luz e meus olhos foram automaticamente para o pedaço de papel sobre o balcão. “Encontre-me no estacionamento.” O bilhete foi rabiscado com a escrita preguiçosa de Patch. Coloquei-o em meu bolso e caminhei até a janela que dava para a sacada na sala de estar. O Jeep preto estava estacionado na entrada, uma garoa fina podia ser notada pela iluminação dos faróis. Eu disquei o celular de Patch.
– Eu pensei que não estávamos mais juntos – eu disse, soando um pouco esnobe. É óbvio que eu ainda me sentia insultada e confusa.
– Nós temos um problema.
– Que tipo de problema?
– Troque de roupa e desça.
– E se eu não quiser?
– Você ainda está com raiva de mim. – Houve um pouco de sorriso em sua voz.
– Eu não estou brava com você! Então, estamos separados?
Mais sorriso.
– Separados? Você pensou que nós estávamos juntos? Oficialmente?
Meu rosto esquentou.
– Não! – É claro que eu pensei que nós estávamos oficialmente juntos. Patch me dissera que não estava vendo outras garotas, e eu não estava vendo outros caras, o que significava que estávamos juntos.
– Se troque e desça – Patch disse – ou eu vou entrar pra tirar a sua roupa eu mesmo.
– Muito engraçado. – Do outro lado da janela, Patch se lançou fora do Jeep.
– Ok, ok – eu disse – Eu desço em cinco minutos.
No banheiro, eu tirei as minhas roupas molhadas e pendurei-as sobre a haste do chuveiro para secar. Sai do banheiro e caminhei pelo corredor até o meu quarto, mas a porta não abriu. Pela forma como a maçaneta se recusou a girar eu poderia dizer que tinha sido trancada por dentro. Liguei para Patch.
– Enquanto você estava aqui deixando seu bilhete, você me trancou para fora do meu quarto – eu disse. – E o que você estava fazendo no meu quarto, afinal?
– Eu não fui perto do seu quarto. Tem um padrão de bloqueio?
– Sim.
– Você tem um grampo de cabelo?
– Não, e eu não tenho um clip de papel também.
– Depois que chegarmos eu darei uma olhada. Já estamos atrasados.
Passei um momento de divisão me perguntando para o que estávamos atrasados, mas eu tinha uma preocupação maior.
– Eu não tenho nenhuma roupa. Nem mesmo a roupa de baixo. Estou usando apenas minha toalha.
– Isso é um convite para subir?
O telefone escorregou de uma polegada por entre meus dedos. – Só uma reclamação. Preciso do meu armário.
– Você quer a minha ajuda?
Eu queria roupas limpas e secas. Se eu tivesse que permitir que Patch entrasse mesmo eu estando vestida com apenas uma toalha, assim seria. Nada iria acontecer. Foi apenas uma coincidência que não houvesse mais ninguém que pudesse me ajudar naquele momento.
– Estou chegando – disse Patch.
Vesti de volta as minhas roupas molhadas. Houve uma batida na porta da frente.
– É você? – Perguntei através da porta
– Não, é Jack o Estripador.
Não era engraçado, porque apesar de eu nunca ter visto uma fotografia de Jack o Estripador, não seria difícil imaginá-lo como Patch. Cabelo escuro, indisciplinados. Penetrantes olhos negros. A boca curvada em um sorriso sombio.
Abri a porta e Patch caminhou para dentro. Ele estava vestindo calça jeans desgastados e uma camisa cinza dobrada até os cotovelos. Seu antigo boné de baseball completou o look.
Ele me olhou. – Cadê a toalha?
– Dê seu jeito, eu vou me vestir, e podemos estar fora daqui em cinco minutos.
– Meu jeito vai demorar um pouco mais de cinco minutos – disse Patch. – Dê-me vinte, e eu prometo que vou fazer valer a pena.
– Só abre a porta.
– Só pra constar, – Patch disse, andando pelo corredor em direção ao meu quarto, – Eu não terminei com você. Eu disse que deveríamos esfriar as coisas até depois Cheshvan.
– Você disse que não deveríamos mais ver um ao outro.
– Eu disse que não deveríamos ser vistos juntos.
– Então… estamos juntos?
Patch parou e olhou por cima do ombro, os olhos divertidos. – Eu não estou beijando outras meninas, se é isso que você está perguntando.
Meu pulso acelerou.
– Isso não é apenas sobre Cheshvan, – eu disse. – Nós dois sabemos que você não me contou toda a história. Se você acha que eu não percebi que você está mais ocupado, está errado. – Isto não era uma acusação falsa. Nos dois últimos dias eu mal tinha visto Patch. Eu sentia falta de tê-lo interessado em minha vida, dos momentos espontâneos durante o dia, de ele me dizer boa noite ao escurecer.
– Você não precisa de toda a história.
– Você é irritante.
Ele deu o sorriso mais leve. – É uma questão de segurança.
– Desde quando você tem medo do perigo?
– Desde que se trata de você.
Um arrepio ondulou em meus ossos. – No ano passado fui perseguido por um assassino vingativo e sua ex-namorada psicótica, eu posso lidar com o perigo.
Patch de me empurrou contra a parede. Suas mãos estavam em meus ombros, seu corpo um milímetro de distância do meu. Uma gota de chuva deslizou de seu cabelo e caiu como gelo em minha clavícula.
– Existem outros tipos de perigo – disse ele, seus lábios roçando o meu ouvido. – Você nem poderia imaginar.
Em seguida ele me soltou, agarrou a maçaneta da porta quarto, colocou seu ombro firmemente à porta e abriu-a com uma pressão. Ele apertou o interruptor de luz, mas o quarto ficou escuro.
– A luz está queimada – disse Patch. – Se quiser posso arrumar isso agora.
Me espremi entre ele e a porta e me dirigi ao closet, tateando o meu caminho até a prateleira de roupas. – Vou dar um jeito nisso mais tarde. Para que estamos atrasados? – Fechando a porta do armário entre nós, eu puxei um par de jeans, uma blusa de manga e um moleton. Por causa da chuva optei por calçar tênis. Arrumei o cabelo em um rabo de cavalo, e descartei a idéia de passar uma nova camada de rímel.
– Fiquei sabendo que a gangue de Scott Parnell estava em Portland – disse Patch. – Eu estou frustrado. Ninguém quer falar. Ninguém vai me dar qualquer informação.
– Talvez você não pediu com jeitinho. – disse através da porta.
– Eu nunca peço com jeitinho, Anjo.
– Você me pede com jeitinho.
Ele riu suavemente, intimamente. Me fez sorrir também, e então eu revirei os olhos. Cair nos encantos de Patch era a última coisa que eu precisava fazer agora, especialmente estando em um cômodo escuro com ele. O cômodo cuja principal peça de mobiliário era uma cama. Abotoei meus jeans e então abri a porta.
– Pronto.
Uma fina luz se infiltrava pela janela, do outro lado do quarto Patch estava esticado sobre minha cama, as mãos cruzadas atrás da cabeça. Meu travesseiro estava embaixo dele e provavelmente seu cheiro se manteria lá até a hora que eu fosse me deitar. E eu sabia exatamente com o que eu iria sonhar. Sacudi a cabeça para afastar o pensamento. Obviamente, eu ainda tinha sentimentos por Patch, mas eu não queria ser como um cão que perseguia sua cauda, correndo em círculos se dirigindo loucamente a algo que estava fora de seu alcance.
– Então qual é o problema com Scott e sua gangue em Portland? – eu perguntei.
Patch balançou os pés do lado de fora da cama. – Isso é o que vamos descobrir.
– Não tenho mais detalhes?
– Eu explico no caminho.
Descemos as escadas e nos dirigimos pela chuva até o estacionamento. Eu estava prestes a abrir a porta do lado do passageiro do Jeep quando Patch segurou meu cotovelo, me parando.
Ele apertou algo em seu chaveiro e disse: – Agora é seguro.
– O que foi isso?
– Eu aumentei a segurança. Eu queria dificultar o acesso ao Jeep. É o meu trabalho para protegê-la. – Ele olhou para os lados. – Eu levo meu trabalho a sério.
Eu não poderia dizer se o meu tremor era resultado de suas palavras, ou a chuva que escoava através de minha pele.
– Diga-me o que você sabe sobre Scott – eu disse.
– Eu acho que nós estamos olhando para algo um pouco mais organizado do que uma gangue.
Eu sabia! – O culto?
Patch balançou a cabeça, sorrindo levemente. – Por enquanto vamos chamá-lo de uma sociedade. Bastante organizada e funcional.
– Você quer dizer uma sociedade secreta?
– Eu quero dizer uma sociedade de sangue. Ninguém quer me dizer alguma coisa, o que significa que a sociedade causa uma quantidade razoável de medo, e eles têm algo a esconder.
– Então o que vamos fazer?
– Nós estamos indo para incentivar Scott a se abrir. Agora, ele sabe mais do que nós. Estamos indo mudar isso.
Isso soou um pouco mais parecido com “O Poderoso Chefão” do que eu gostaria.
-O que exatamente vamos fazer? – Eu perguntei, imaginando Patch arrastando Scott em um beco escuro e atirando-o nos joelhos, até que ele cuspisse todos os segredos que ele já tinha guardado.
– Dirigir até Springvale e parar para um jogo de bilhar no centro.
Springvale tem aproximadamente o tamanho de Coldwater, se localiza a cerca de vinte minutos mais para o interior.
– Eu pensei que não podíamos ser vistos juntos em público.
– Nós não estamos indo juntos. Você vai sozinha, agir agradavelmente surpreendida quando você encontrar Scott, e ficar com ele a noite toda.
– Como você sabe que Scott vai estar lá?
Patch empurrou a chave na ignição e ligou o motor. – Scott tem um problema de jogo.
– E você não?
O canto da boca de Patch se inclinou para cima. – A diferença é que eu ganho.
– Ok, eu vou entrar e agir surpresa. O que você vai fazer?
Ele deslizou um par de óculos estilo aviador em seu rosto e colocou o Jeep em movimento. – Se eu te disser, vai arruinar a surpresa.
– Por que eu sempre tenho que ser surpreendida?
Ele sorriu. – Você fica linda quando está surpresa.

 

FonteTradução e adaptação: Equipe Portal Hush, Hush – Não reproduzir sem os créditos


Confira abaixo a entrevista traduzida que o FallenArchangel, fansite oficial de Hush, Hush, fez com James Porto, fotógrafo responsável pelas capas dos livros da saga Hush, Hush.

Artista da Capa – James Porto

James Porto é o artista genial que trabalha na Simon & Schuster, contratado para trazer à vida o mundo de Becca Fitzpatrick: Patch Cipriano e Nora Grey.
Você pode não reconhecer o nome, mas você provavelmente viu o trabalho do Sr. Porto. Sua lista de clientes varia com nomes bem conhecidos como Chick-Fil-A, Pepsi e as Radio City Rockettes to Forbes, GQ, Rolling Stone e Time.
James assume a responsabilidade por todos os aspectos da sua obra, desde pré-planejamento até a sessão de fotos, através da edição e produção da imagem final. Não deixe de visitar o seu site, www.jamesporto.com, onde você pode ver um pouco de sua vasta carteira cheia de trabalho incrível projetado para desafiar o senso da realidade dos telespectadores.

FallenArchangel tem o prazer de ter tido a oportunidade de entrevistar James sobre o seu trabalho na capa do nosso amado Hush, Hush.

FallenArchangel: Como você se envolveu neste projeto?
James Porto: Lucy Cummins, Diretora de Arte Sênior da Simon & Schuster viu uma de minhas fotografias, uma imagem romântica de um casal no metrô, e acessou meu site. Ela viu algumas das figuras aladas lá e decidiu encarregar-me para a capa.

FA: Você disse (em uma entrevista anterior com o blog resenha do livro YA Wondrous Reads) “o livro evocou imagens assustadoras em torno do personagem de Patch, um anjo caído, e eu comecei a imaginar uma imagem em preto e branco do momento em que ele é empurrado do céu, suas asas rasgando no meio do caminho”. Houve uma única parte do livro que o ajudou realmente a definir o design da capa?
JP: Foi uma imagem que começou a surgir no primeiro capítulo e cresceu coforme fui entrando na história. Tive várias outras ideias que vieram de trechos específicos, mas este em geral, sua composição sugestiva senti que era uma parte muito importante.

FA: Você decide usar penas pretas para as asas de Patch ou era parte da direção criativa?
JP: Eu realmente nunca considerei o uso de asas brancas como se têm usado em metáforas de anjo. Lucy estava comigo sobre isso o tempo todo, ela queria uma imagem intensa.

FA: Você estava envolvido na escolha do modelo?
JP: Sim, eu estendi a mão para diversas agências de modelos e Drew parecia perfeito, Lucy e Emily Meehan, a editora, concordaram.

FA: Ouvimos dizer que um trampolim foi usado no tiro. Existem outras curiosidades ou histórias sobre o HUSH, HUSH que você estaria disposto a compartilhar?
JP: É tudo verdade, eu próprio usei um trampolim em tamanho grande e é perfeito para as fotos em vôo ou caindo. Drew é incrivelmente atlético, totalmente rasgado na verdade, e ele não tinha nenhum problema em fazer todos os tipos de movimentos acrobáticos no trampolim. Os outtakes que você não vai ver são os de Lucy e Emily pulando antes que ele aparecesse.

FA: Quanto tempo demorou para conseguir as imagens certas?
JP: Foi um dia inteiro, 6 horas no estúdio com o modelo para o tiro, e no outro dia filmamos com as penas e asas.

FA: O produto final é bonito. Pode nos levar um pouco mais fundo para parte de edição do desenho da capa, uma vez que a sessão de fotos é mais?
JP: Obrigado. Bem, um pouco á fundo sobre o meu interesse por este tipo de imagem, eu estive trabalhando em uma série de nus femininos, figuras aladas por 15 anos. A imagem da capa é apenas a segunda figura masculina que eu fiz, mas o humor e a intensidade é semelhante à série contínua de mulheres aladas. A primeira coisa que fiz foi escolher céus de fundo e uma fonte de luz e luz de direção. Uma vez que foi estabelecida, era fácil para iluminar o modelo e fazê-lo aparecer como se vivia no ambiente de cobertura.

FA: Você está fazendo a capa de Crescendo? Alguma dica?
JP: Na verdade, sim, eu estou trabalhando nisso enquanto falamos, mas é melhor eu não dizer nada sobre isso, pelo menos não até que eles me paguem.

Um pouco sobre JAMES…
FA: Há quanto tempo você vem fazendo esse tipo de trabalho?
JP: Eu tenho feito várias fotografias editadas desde que eu aprendi a imprimir em 1971 (tinha 11 anos).

FA: Como você começou na fotografia?
JP: Um professor na minha escola me ensinou a desenvolver o cinema e eu fiquei viciado em trabalhar na câmara escura. A partir dos 14 anos, eu sabia que já seria um fotógrafo, e em retrospecto, essa certeza resultou em uma carreira extremamente gratificante, eu venho fazendo este trabalho há 25 anos aqui em NYC (Cidade de Nova York) e a melhor parte é que eu ainda amo fazer imagens.

FA: Você é um leitor? Que tipo de livros você lê? Livro favorito?
JP: Não tanto quanto eu gostaria, super ocupado com o trabalho e a família, mas eu gosto de diferentes gêneros da literatura, de ficção científica, quando eu era mais jovem, suspense quando eu voava em aviões, Hemingway, Henry Miller, e, ultimamente, venho lendo um monte de Bukowski, ele é ótimo.

FA: Você já fez outras capas de livros? Você está fazendo alguma que você pode falar?
JP: Eu estou trabalhando em outras duas capas, mas agora não posso revelar ainda …

Gostaríamos de agradecer a James, não só por trazer Patch á vida para o mundo ver, mas por tirar um tempo de sua agenda lotada para falar conosco. É seguro dizer em nome de todos os fãs, o quão animados estamos para ver o que ele cria para a capa da sequência de Hush, Hush, Crescendo, que deve sair no próximo outono.

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe Portal Hush, Hush – Não reproduzir sem os créditos


O FallenArchangel, fansite oficial de Hush, Hush, entrevistou a modelo Samantha Ruggiero, que representou Nora Grey nas capas dos livros Crescendo, Silêncio e Finale. Confira abaixo a entrevista traduzida.

Conheça Samantha Ruggiero a modelo cover da capa de CRESCENDO! Estamos contentes por apresentar nossa entrevista com a Sam!

FallenArchangel: Como você se envolveu neste projeto?
Samantha Ruggiero: Eu conheci James Porto, o fotógrafo para Hush, Hush, para um projeto pessoal que ele estava fotografando. Ele é ótimo, eu já trabalhei com ele várias vezes.

FA: É a sua primeira capa de livro? Se sim, como isso difere de uma sessão típica de modelo?
SR: Sim, foi a minha primeira capa de livro! Fotografar uma capa de livro é muito emocionante porque atinge uma massa maior de pessoas contra, digamos, uma revista de moda. Foi muito divertido, estávamos em um enorme trampolim no estúdio.

FA: Você leu Hush, Hush para entrar no personagem? Se sim, você acha que compartilha todos os traços com Nora?
SR: Infelizmente, eu não consegui ler Hush, Hush. Eu sou uma garota muito ocupada! Gostaria em algum momento no futuro próximo, o verão é o momento perfeito para pegar um novo livro.

FA: O que você acha sobre a forma como a capa foi revelada? (Foi desenhado com giz na calçada no Teen Lit Festival em Denver, onde a autora, Becca, estava presente) Deve ser meio estranho saber que foi imortalizada em uma calçada no Colorado.
SR: Muito legal! Eu gostaria de ter visto isso pessoalmente.

FA: Algum de seus amigos ou familiares viram a capa? O que eles acharam?
SR: É claro, minha mãe e meu pai são os meus maiores fãs! É bastante constrangedor, eles foram colocando todo recorte de revista na geladeira desde que eu comecei… minhas irmãs adoram isso.

FA: Qualquer coisa que você deseja compartilhar do ensaio?
SR: Como eu disse acima, foi muito divertido saltar em que trampolim. Minha melhor amiga tinha um e gostávamos de brincar nele por horas. É um bom treino! A segunda sessão foi um pouco diferente, para obter a posição do efeito de chuva, eu tinha que ser pulverizada com água e óleo, e estava um pouco frio em dezembro!
(OBS: Samantha estava envolvida na sessão de fotos inicial para Hush, Hush com Drew e o trampolim, a segunda sessão que ela menciona era para Crescendo).

FA: Você teve que se preparar para o ensaio de alguma forma?
SR: Eu me preparei da maneira que eu faria com qualquer ensaio – Eu entro nele com uma mente aberta. Trabalho suponho ser divertido e emocionante! Trabalhar com pessoas tão maravilhosas sempre impacta positivamente o seu dia.

 

Um pouco sobre SAMANTHA

FA: Conte-nos um pouco sobre você? Idade? Experiências?
SR: Eu tenho 21 anos, nascida e criada em Redding, Connecticut. Eu passei algum tempo no Philadelphia, PA pela escola estudando merchandising de moda. Quando eu “caí” em modelagem, eu me mudei para o norte e tenho feito isso em tempo integral desde então. Eu amo passar o tempo com minha família e amigos, cozinhar, passar uma noite assistindo bons filmes no sofá com o meu namorado 🙂

FA: Há quanto tempo você tem sido modelo? Que tipo de modelagem você costuma fazer? Qual agência representa você?
SR: Eu estou modelando para cerca de 3,5 anos. Sou representada em Nova York pela Major Model Management e em Miami
por Wilhelmina. Eu trabalho regularmente com Peebles, Gordmans, Seventeen Magazine e outros. Eu faço um monte de showroom assim. Showroom é quando os compradores para uma empresa vem, por exemplo os da Macy, e estão procurando roupas para comprar para a próxima temporada. Eles vêm para o showroom e precisa ver a roupa em um corpo, que é onde eu entro.

FA: É uma leitora? Que tipo de livros você lê? Livro favorito?
SR: Minha mãe acabou de chegar em casa com cinco livros para mim, e um amigo meu acabou de me dar The Help. Gosto de ler quando tenho tempo… Estou sempre no metrô, correndo em ensaios, por isso é difícil adquirir um livro quando há tantas distrações ao seu redor. Estou indo para um grande apartamento, à meia quadra da Prospect Park, no Brooklyn, por isso vou encontrar tempo neste verão para largar tudo e me perder em um livro.

FA: Você tem algum projeto que esteja trabalhando atualmente ou talvez em breve, que você gostaria de nos contar?
SR: Eu estou apenas conduzindo a vida e trabalho dia a dia. Tem sido um turbilhão desde o mês passado quando me mudei de volta para Nova York de Miami. Eu viajei para Ohio para um trabalho com Aquage Hair Care e foram deslocações dentro e fora de Nova York a partir da Califórnia (onde meus pais moram). Por enquanto eu procuro um apartamento em Nova York, onde eu estou indefinidamente me estabelecendo para o verão.

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe Portal Hush, Hush – Não reproduzir sem os créditos


O site da revista TodaTeen fez um TOP 5 com os casais literários que amamos e gostaríamos que existissem. Patch e Nora não poderiam ficar de fora dessa, não é mesmo? Confira abaixo a matéria.

Todo mundo tem aquele casal preferido na ficção. E com os livros, não é diferente! Eles pode ser apaixonados, românticos, briguentos… Mas a gente adora! E com certeza, seria incrível poder conhecê-los na “vida real”, não é mesmo?

Preparamos um TOP 5 casais literários que amamos e gostaríamos que existissem. Vem com a gente:

1) Edward Cullen e Isabella Swan – Crepúsculo
Unanimidade entre os fãs de romance, o improvável casal Edward e Bella conquista o coração de todos os leitores, não é mesmo? E quem não gostaria de ser amiga deles? Dar uma “passadinha” na casa dos Cullen, visitar a pequena Renesmee, ser convidada para as superfestas da Alice… Enfim, conhecer esse casal na vida real seria realmente, tudo de bom!

2) Hazel e Augustus – A Culpa é das Estrelas
Nem todos os romances têm, necessariamente, um final feliz, não é mesmo? Mas afinal, o que seria esse final? Hazel e Augustus, os protagonistas de “A culpa é das estrelas” têm muito o que nos ensinar sobre vida, amor e morte. Conhecê-los seria incrível, vocês não acham?

3) Nora e Patch – Sussurro
Sabe aquele casal mais “safadinho”? Com certeza todo mundo tem amigos assim. E se não tem, Nora e Patch seriam esses amigos! Quando os dois ficam próximos – por mais que tentem ficar longe – o clima esquenta! Haha! Além disso, os dois são ótimos amigos e estão sempre dispostos a defende-los, se for necessário. <3 Dois fofos que, nós gostaríamos muito de conhecer!

4) Anna e Étienne – Anna e o Beijo Francês
Existe casal mais fofo-meloso-apaixonado do que Anna e o francês-gato Étienne? Com certeza, não! <3 Os dois formam aquele tipo de casal que não se desgruda, mas nem por isso são chatos, sabe? Além disso, conhecer e treinar uma nova língua com o Étienne seria demais! Queremos ser amiga dos dois JÁ!

5) Katniss e Peeta – Jogos Vorazes
A situação em que os dois se conheceram não foi das melhores… Mas o amor deles foi mais forte! E quem não gostaria de viver ao lado desses dois, não é mesmo? Aprender técnicas de luta, sobrevivência… Uma loucura! Sem contar que eles devem ser aquelas pessoas que estão “sempre lá” por você, não é? Por isso, queremos Katniss e Peeta “reais” <3

É claro que existem muuuitos outros casais da literatura que gostaríamos de conhecer, como por exemplo: Daisy e Gastby, de “O Grande Gatsby”, Mel e Theodoro, de “Malas, Memórias e Marshmallows”, Landon e Jamie, de “Um Amor Para Recordar”, Oliver e Hadley, de “A Probabilidade
Estatística do Amor À Primeira Vista”, Poppy e Sam, de “Fiquei Com O Seu Número”. Enfim, a lista é infinita!”

 

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